Análise de Filmes e Livros

Livro: Entre a Terra e o Céu

Autor: Joelson Pessoa

“Em cada capítulo, encontramos a nós mesmos, com nossos velhos problemas de amor e ódio, simpatia e desafeto, através da cristalização mental em certas fases do caminho, na penumbra de nossos sonhos imprecisos ou na sombra das paixões que, por vezes, nos arrastam a profundos despenhadeiros” – Introdução de Emmanuel no livro Entre a Terra e o Céu, de André Luiz / Chico Xavier.

Insegurança, ciúme, dependência, possessividade… Quem de nós está privado destes sentimentos? Quem de nós capaz de afirmar com segurança o que seria ou não capaz de fazer, se assaltado pelas próprias emoções desgovernadas?

Embora o pai e a madrasta da pequena Isabella tenham sido indiciados como autores do cri-me pavoroso, ainda não podem ser considerados culpados, pois aguardam o julgamento que os absolverão ou os condenarão.

  • Culpados ou inocentes, este é um problema que a justiça solucionará. Nós outros, colaboradores do FM! acreditamos oportuno aproveitarmo-nos de toda a discussão gerada para propor estudo sério e reflexão.

O espírito André Luiz narra em Entre a Terra e o Céu, o drama de uma família que experimentou uma tragédia como a que o caso Nardoni sugere: Uma mulher, doente de ciúme, facilitou o afogamento do filho que o seu marido teve com a primeira esposa, fazendo o crime passar por fatalidade.

Uma morte como esta estava prevista no destino daquela criança? Ou realmente existem casos em que se morre antes da hora? A tragédia será necessariamente um reflexo dos desafetos em vidas passadas? Para onde são encaminhados os espíritos de crianças desencarnadas? Como enxergar a Justiça Divina em episódios tão desconcertantes?

Entre a Terra e o Céu vem em nosso auxílio com esclarecimentos para estas e outras dúvidas. Boa leitura.

Fala MEU! Edição 63, ano 2008
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