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Festa do Hawaii marca encerramento de 2006 na cidade de SP

Autor: Thiago Rosa e Ana Flávia

Isso é só imaginar.

Por que fazer uma Festa do Hawaii é algo totalmente diferente. Esta diferença foi o que o pessoal encontrou na confraternização entre as mocidades, no último dia 02 de dezembro, no Sindicato dos Eletricitários, próximo ao metrô Liberdade.

Com muita sintonia e vibração, o pessoal pôde dar um adeus em conjunto ao ano de 2006 por mais um período de trabalho, estudos, dedicação e esperança. Esperança que vemos na alegria estampada nos cerca de 100 jovens que estiveram presentes no evento.

Momento dedicado a distração, amizade e divertimento. A ideia era de que todos que estivessem presentes pudessem curtir. Não tinha nenhum jovem no trabalho, apesar da preocupação dos organizadores de sair tudo perfeitinho.

Quem pôde comparecer contou com um ótimo buffet pra se deliciar à vontade, sem contar os sucos feitos na hora, que fez o pessoal se refrescar durante toda a noite. Quem ainda preferia provar da fruta mesmo, tinha uma mesa inteirinha para prová-las à vontade.

A banda Mexicalli entrou por volta da meia-noite. Com colares havaianos no pescoço, mesmo quem não queria era forçado a entrar na roda e se divertir e dançar com o pessoal. Mesmo depois com a saída da banda, ao som de Macarena, a turma conseguiu fazer coreografia e tudo. Todo mundo dançando juntos e por igual.

No final, o cansaço, como era esperado para alguns, tomou conta e faz alguns jovens dormirem no salão mesmo. Um aqui e outro acolá, até a hora do metrô voltar. Mesmo assim, a alegria contagiante imperou na maior parte do tempo. E pela facilidade do acesso, as pessoas puderam controlar melhor o seu horário para irem e participarem. A festa que começou às 20h30 do dia 02, se encerrou só às 4h da manhã do dia 03. Para uma das organizadoras do evento, Ana Flávia, apesar de algumas dificuldades, o resultado sempre vale a pena. “Tivemos alguns contratempo, mas foi bom, foi legal, o povo se divertiu e, são com alguns erros, que acertamos na próxima vez. Já sabemos os caminhos por onde percorrer”.

Fala MEU! Edição 46, ano 2006

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