Opinião

A próxima revolução é sua

Autora: Luana Ramos

Espero que vocês amigos, que eu tanto amo, não entendam este texto como um “puxão de orelha” mas sim uma reflexão.

Andei pela net e dei uma olhada nos textos do blog WWW.DALHEMONGO.WORDPRESS.COM (melhor, vi parada mesmo, no meu P.C. rsrs).  O legal dessa tal modernidade é a gente poder ter notícias de amigos que não vemos há séculos, saber o que todos têm feito. Acho que a grande marca da mocidade, da juventude como um todo, é a alegria. E isso nossas mocidades têm de sobra.

Mas outra marca também é a revolução.

Em todos os tempos, as mudanças sociais têm sido feitas por jovens. Muitos pegaram em armas, outros fizeram a revolução sexual e ainda muitos gritaram aos quatro ventos “Que país é esse?!!!!”

Enfim, tentaram de tudo. Hoje acredito que já sabemos que a violência não leva a nada. Que desejar tirar o presidente do comando do país, não é o melhor (sempre vem outro igual). Sair às ruas pedindo justiça e vergonha na cara também já está fora de moda.

Aí eu me pergunto: o que fazer agora pra continuar revolucionando? Não se aflija querido leitor que gasta seu precioso tempo com estas poucas linhas. Pois é justamente aqui que entra a mocidade.

Se você toda semana participa ativamente de sua mocidade, se assiste as aulas atento e ávido por novos conhecimentos, por receitas de como lidar com sua família tão anti-você (se ainda não sabe, é 1 xícara de paciência, 3 copos de perdão e amor a gosto), com certeza você já ouviu falar que “o exemplo é a força mais poderosa do Mundo”, que “um sorriso cabe em qualquer lugar”.

Assim você já sabe que a próxima revolução é a do amor. Não um amor egoísta que acolhe os iguais e exclui os que não gostamos. Falo do amor fraterno pelas criaturas. Falo de entender de uma vez por todas que você, o chato do seu priminho, Fidel Castro, Saddan Hussein, Madre Teresa, Gandhi, pais que matam filhos, filhos que matam pais e até JESUS, são realmente filhos de um mesmo Pai. Choquei você? Mas é verdade.

Agora sim vem minha pergunta:

Será que você tem deixado sua crença, sua religião no centro, debaixo da cadeira, grudada junto com um chiclete usado?

Sabemos de muita coisa, temos muito entendimento, mas o que fazemos com isso? Não falo de revolucionar o mundo com passeatas, guerras, ou querer ser presidente (já disse que isso já foi feito e não teve o efeito que queriam). Falo da pequena revolução que podemos fazer todo dia. Talvez não criticando o presidente, mas votando pra fazer sua parte. Talvez não julgando as pessoas que aparecem no noticiário como autores de crimes hediondos, mas vibrando por elas e suas vítimas. Talvez jogando seu papel no lixo, economizando folhas de papel, não desperdiçando comida, respeitando as leis de trânsito (eu sou a primeira a não fazer isso!).

Pequenas atitudes que podem fazer a diferença.

O que você tem feito de fato?

Que exemplo você tem sido entre seus amigos, familiares? Nós podemos ser a corrente do bem. E é essa uma das funções da mocidade, formar cidadãos conscientes.

Está na hora de fazer a diferença.

Fala MEU! Edição 66, ano 2008
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