Soneto

Autor: Cruz e Souza (espírito)

*

Nos labirintos dessa eternidade

Que nós vivemos luminosa e pura,

A alma vive na intérmina procura

Do filão de ouro da felicidade.

*

Quanto mais sofre, tanto mais se apura

No pensamento excelso da Verdade,

Vendo na auréola da Imortalidade

A alvorada risonha da ventura.

*

E ao fim de cada noite tormentosa,

Que é a existência na prova dolorosa,

Canta e vibra num dia de bonança.

*

Em torno da Verdade a alma gravita

Buscando a Perfeição pura, infinita,

Nessa jornada eterna da Esperança.

Nota

A poesia acima, psicografada por Francisco Cândido Xavier, faz parte do livro Parnaso de Além-Túmulo

Obra completa: https://www.febeditora.com.br/parnaso-de-alem-tumulo

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